PROJETO
“ VALORIZAR OS EDUCADORES DO COLÉGIO ESTADUAL JOSÉ RODRIGUES NAVES NO TRABALHO COM A INCLUSÃO”
Colégio Estadual José Rodrigues Naves
Goianira, Setembro de 2010
PROJETO:
Valorizar os Educadores do Colégio Estadual José Rodrigues Naves no trabalho com a Inclusão.
JUSTIFICATIVA
Neste projeto busca-se apresentar a importante contribuição da comunidade escolar, em especial dos educadores do Colégio Estadual José Rodrigues Naves no trabalho realizado com os alunos com necessidades educacionais especiais.
OBJETIVO GERAL
O objetivo “maior” deste projeto é valorizar e reconhecer o trabalho dos educadores do Colégio Estadual José Rodrigues Naves, onde os mesmos transformaram idéias em ações favorecendo o crescimento e desenvolvimento do outro fazendo com que os mesmos atingisse seu objetivo.
INTRODUÇÃO
O professor enfrenta desafios a todo momento em sala de aula, o qual requer uma série de estratégias que facilitem a construção de uma escola onde se favoreça a aprendizagem, compreendem e lutam pelo direito daqueles que vivem em situação de desigualdade. Procuram desenvolver seus trabalhos pautados na valorização e respeito às diferenças, acreditando que todo aluno é capaz de aprender dentro de suas capacidades cognitivas, criando condições para que os mesmos possam se sentir parte dele.
Os professores asseguram o direito à igualdade, não permitindo que os alunos com necessidades especiais sejam discriminados por não conseguir “acompanhar” os demais, pois os mesmos entendem que ninguém deve acompanhar ninguém no processo de aprendizagem, mas realizar seu percurso com autonomia, emancipação e liberdade no tempo que precisa para atingirem o que lhes é possível e desejado.
Nem todas as pessoas são iguais:
Art. 93 – lei-8.231 de 24 de julho de 1991- A empresa está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com necessidades educacionais especiais na seguinte proporção:
Até 200 empregados - 2%
201 a 500 : - 3%
501 a 1.000 : - 4%
1.000 em diante - 5%
“A igualdade no trabalho é valor universal, e o Ministério do Trabalho e Emprego está empenhado em promover a cidadania com respeito aos direitos fundamentais e a diversidade das relações humanas”.
DESENVOLVIMENTO
Toda comunidade escolar trabalhou como parte integrante de uma equipe que acreditou no sucesso e talento dos alunos com necessidades educacionais especiais. Mesmo sabendo das dificuldades de se lidar com alunos com necessidades educacionais especiais, o professor acreditou na diversidade cultural, flexibilizou currículo, respeitou as diferenças, e procurou formas adequadas para transmitir o conhecimento e avaliar o aproveitamento de cada aluno com necessidades educacionais especiais, criando através de uma ação pedagógica igualdade de oportunidades reconhecendo todos os alunos enquanto seres em processo de crescimento e desenvolvimento segundo suas diferenças individuais. Os mesmos trabalharam de forma dinâmica, empregando estratégias reforçando a auto confiança, promovendo a interação viabilizando a participação efetiva nas diferentes situações de aprendizagem mostrando ao aluno com necessidades educacionais especiais a sua competência e não a sua dependência.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
É na convivência com outros e com o meio ambiente que as necessidades de qualquer ser humano se apresentam. Em razão disso, a escola precisa dar conta da diversidade de todos, e os ganhos que a Educação Inclusiva traz aos professores permitem que os mesmos exerçam plenamente a sua cidadania obtendo ganhos que essa existência os disponibiliza.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CARVALHO, Rosita Edler – Removendo Barreiras para a Aprendizagem.
Colégio Estadual José Rodrigues Naves
PROJETO
“VALORIZAR OS EDUCADORES DO COLÉGIO ESTADUAL JOSÉ RODRIGUES NAVES NO TRABALHO COM A INCLUSÃO”
Projeto apresentado pela professora de apoio Juriane Pereira de Brito Matos como forma de reconhecimento do trabalho da comunidade escolar em especial dos professores do Colégio Estadual José Rodrigues Naves no trabalho com a Inclusão.
Goianira, setembro de 2010
ANEXO
DEFICIÊNCIAS
“DEFICIENTE” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
“LOUCO’ é quem não procura ser feliz com o que possui.
“CEGO” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“SURDO” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
“MUDO” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
“PARALÍTICO” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
“DIABÉTICO” é quem, não consegue ser doce.
“ANÃO” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
“MISERÀVEIS” são todos que não conseguem falar com Deus.
“A amizade é um amor que nunca morre”.
(Mário Quintana)